domingo, 23 de maio de 2010
Talvez um texto ainda confuso, [começo a entender]
Um vida miseravel. Eu nao era capaz de dizer as pessoas que amava, simplesmente te amo. Nem na separaçao recente consegui, é como se a alma tivesse secado nem lagrimas eu conseguia soltar. Oh miseravel quão miseravel eu me encontrava. Vou abrir e fechar parenteses nesta conversa por favor acompanhe.
Acordava EU e ia dormir EU buscando um sentido para as coisas. Todas estas coisas que estao sempre a nossa volta: A familia, o emprego, os amigos ate chegar finalmente de novo no EU. Ali eu parava mais tempo... queria a todo custo me conhecer, saber quem era EU, de onde eu vinha, para onde eu iria, o que eu gostava ou ao mesmo passo nao gostava. Sim essas buscas desesperadas que eu fazia eram sempre bem filosofadas. Filosofia esta inutil a proposito. Sim porque a filosofia o que ela sabia fazer e me fazer perguntas milhoes de perguntas poeticas e inspiradas. Quem sou? Pra onde vou? Ah, Deus... A maldade da filosofia era esta. Ela so me fazia as perguntas, as respostas, nao me dava. Ela me dizia que as respostas eu encontraria... Mas ela mentiu porque eu nao encontrei.
E a cada dia aumentava meu sofrimento porque em nome dessa busca passei por cima de muita coisa, tanta coisa...
E é triste ver, quanto tempo eu perdia. Perdia tempo me consumindo com isso, so me importava o meu EU, o meu EU. As pessoas a minha volta nao importavam. Enquanto eu nao conseguisse as respostas que tanto queria eu nao queria, eu nao podia comecar a viver. Quanto caos ela me causou. E a criatura se viu de frente com o Criador. E a criatura queria respostas, tinha muitas perguntas, precisaria de tempo, bastante tempo... Que mundo egoista era o meu. A minha volta eu nao era capaz de amar de verdade o meu semelhante, porque eu so enxergava da maneira que eu queria ver. E eu nao queria ver que familia especial eu tinha, que pais maravilhosos, dois irmaos lindos, legais e compreeensivos, que amigos especiais eram os meus... que trabalho ate razoavel eu tinha. Acordava as oito e achava tudo aquilo um sofrimento e nao me lembrava do boia-fria que madrugou pra poder trabalhar, ou de tantos outros que ainda o dia clareava e ja estavam de pe. E todos estes eram menos miseraveis que eu, acoradavam felizes e dispostos prontos pra trabalhar, dando graças ao bom Deus pelo emprego de onde tiravam o sustento e o pao. Sim porque, isso era o essencial, porque eu queria acumular riquezas, adquirir bens materiais, ter mais do que eu precisaria. E tome nota de que tudo que nos precisamos é ter onde dormir, o que vestir e o que comer. Sim, porque embora as propandas e comerciais tentem nos convencer do contrario isso é o que precisamos para viver e ser feliz. Porque as demais coisas que precisariamos o dinheiro nao poderia nos dar. Exemplos: momentos com a familia, momentos com os amigos. Faça atencao a palavra momentos. Eles tem lugar especial no coraçao dos seres humanos e me responda o dinheiro pode comprar momentos? O seu dinheiro pode comprar momentos? Se o seu pode, que bom pra voce porque o meu NÃO. Eu nao preciso ter o carro do ano, eu nao preciso ter um corpo perfeito, um lindo cabelo, o lançamento do ultimo perfume, o ultimo lançamento disso, daquilo! voces nao veem eles querem nos vender! eles querem nos comprar! Mas nao nos nao estamos a venda, nos temos maior valor, nos nao precisaremos deles para ESTARMOS e SERMOS felizes. Essa é uma atitude que unicamente depende de nos.
E eu tenho saudade do tempo que perdi, brigando com minha mae, sendo dura, orgulhosa e agressiva com meus amigos. Mas ha um Deus tao bom que nos assiste do ceu que ainda me permite fazer um novo recomeco. Que me ensina liçoes que a filosofia jamais me ensinou, que ao contrario dela, nao me faz grandes e inquientantes perguntas que me tiram a paz. Ele é glorioso e benigno para com a sua criatura. Planta em seus coraçoes respostas, que enchem seus coraçoes de paz.
E so nela podemos experimentar certezas, porque o mundo a nossa volta é incerto demais. O que é novidade hoje, amanha ja nao é mais. Um mundo que me da valor apenas pelo que tenho e nao pelo que sou. Um mundo que me faz adquirir coisas pra um dia todas elas ficarem velhas, estragadas, ultrapassadas ou no mais tragicomico tambem, eu juntar coisas uma vida inteira, pra no fim morrer deixar ai talvez para algum mané.
Nao tenho medo de falar da morte, é das poucas certezas que temos, e e na morte que esta o segredo da vida. Isso e o que nos consome, saber pra onde vamos depois deste mundo tao superficial, a vida sera so isso, eu passar aqui pela terra uns setenta anos ou se der muita sorte uns oitenta, e tudo que fizemos tudo que vivemos sera morto conosco? nao nao ha sentido nisso nao pode HAAAAAAVER. Por isso eu creio nquele que me revelou a unica certeza que tenho nessa vida/ que é a morte, porque atraves de Deus tivemos conhecimento da MORTE, quando pecamos escolhemos conhecer a morte.Por isso hoje ele nos faz uma promessa creia no seu Filho e um dia tera fim todo esse degaste que é a vida humana e habitaremos no ceu com ele, um lugar onde nao conheceremos dor, sofrimento e nem toda essa falta de amor. Nao coloque o seu coracao nas coisas deste mundo, mas em Deus porque ele se revelara a voce atraves do Filho, e experiemntaremos o amor de Verdade. E todas estas crises existenciais terao fim e seu coraçao desacansara em paz. Poraque eu escolho acreditar nesta verdade do que em qualquer outra que o mundo tentar me apresentar, todas falhas e comprovadammente frustradas. Nao creia na Ciencia acima de tudo use-a somente a seu favor, pois nem mesmo ela em todo seu desenvolvimento consegue superar a Deus. Rá!
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Pequenos prazeres

olhei pro dia/ ele estava ali pramim/ sorri pra ele/ e fui me aventurar por ele/ calcei chinelos/ pentiei cabelo/ prendi em rabo alto/ minha nuca tinha que ficar amostra/ pra me ajudar na feminilidade/ nao estava tao vaidosa/ olhei por mais alguns minutos no espelho/ estava bem comigo/ nao era nada demais/ so uma sensação
estou caminhando/ passos tetricos/ contemplo o ceu/ a arquitetura da minha cidade/ um rosto que passa/ esse caminho parecia mais longo/ pronto ja cheguei!/ pra volta/ ja tenho uma ideia/ comer coxinha na lanchonete do centro/ a minha favorita/ é bom salientar/ pra acompanhar/ ai/ai/ai/ suquinho de laranja/ natural!/ aprecio cada pedaço/ ai delicia/ congele esse momento/alguem ai/ pra fechar/ tablito/ e um babaloo de tuti-fruti/(vulgo cor-de-rosa)/ pronto morri/
mentira/ estado agudo de felicidade?/na hora de pagar/ faltou dinheiro/ pedi desconto/ ganhei./ o que eu poderia querer mais?/ uma ida a biblioteca municipal/ achei o livro que ha muito procurava/ 100 anos de solidao/ hoje começo a ler/ me aventuro novamente la pra fora/ estou encantada com o cotidiano da minha cidade/ e apaixonada pelo banquinho da praça./ que dia lindo ta fazendo/ estou agradecida de estar aqui./ sinceramente/hora de voltar pra casa/ estou cansada/ adeus lindo por-do-sol...
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Banana Pancakes - Jack Jonhson
Poema de mim

Dilema: Levantar voo. mergulhar. voar. mergulhar. levantar voo, cair em mim, mergulhar. inundar abrir os olhos e de novo mergulhar. abrir as asas, quero voar, recuar respirar fundo mergulhar e vivo nessa entre querer levantar voo/ ou mergulhar, afundar. ó lindo passaro vem me salvar. bata suas asas e me leve para la,
é.
Mergulho profundo nas emoções

UMA TEMPESTADE PASSOU PORAQUI. Não aqui, mas dentro de mim. Logico que cada um entendeu. o problema e eu e o querer explicar tudo muito bem explicado. Me arremessou contra o cas, tirou o meu sossego, inundou o meu peito. Torrentes de emoções, furacoes de dor e sofrimento. Mas trouxe tambem a calmaria. o por-do-sol... Espero que a metafora tenha sido clara. Ou, não
um riacho de aguas calmas, raso, largo profundo. Mas a vida choveu em mim. Nao pude voltar ao que era, desaguei no mar e hoje sou fruto de tudo o que me aconteceu. Ainda trago comigo caracteristicas do rio tranquilo, mas ganhei tambem a força das mares, a leveza das ondas. e isso nao teve preço, mesmo tendo perdido algumas caracteristicas primitivas do ser rio...
espero que voce tambem esteja bem, e maior.
Acho que é a primeira vez que escrevo a palavra Cas. e nao sei bem se esta escrita certa. To com preguiça de consultar o dicionario online.
Me sinto feliz. Um abraço pra voce, que me le. (que le meus olhos, que enxerga minha alma
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
crescer dói
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Escritores Que Não Escrevem
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
o cão interrompido
agora só vive entediado. nao pode mais correr, mas escute esta passagem que se segue, antes do fatidico acontecimento, pra nao dizer trágico [. . .]
e então aqui vai,
na cabeça dele, apostava corridas com as crianças. (ainda nao te contei, mas este cão tinha o grande sonho de se tornar um corredor profissional) a emoção era grande a cada criança que se arriscava a passar na rua, (que ele) pensava ser dele num pensamento egoísta que tinha as vezes. mas como ia dizendo, sobre a emoção, nao era? bem, como descrever essa emoção? imagine um equlibrsita de vassouras conseguir ir para uma olimpiada mostrar a sua arte e todo seu equilibrio! sim, era essa toda emoção sentida por aquele cao, nem menos, nem mais. mas as pessoas nao entediam, nao podiam sequer imaginar. porque na verdade ele seria incapaz de cravar seus afiados dentinhos em criaturas tão vivas! ele so cravava os dentes em carnes suculentas, suas verdadeiras paixões, além de claro, apostar corridas , mas as pessoas na entendem, nao podem entender, afinal elas nunca entendem, ele ja deveria saber. mas nao se magoa com as pessoas, gosta delas
Hoje vibra por dentro so de pensar em tal aventura, mas logo lembra da sua condição e se abre à nostalgia, que é so o que lhe resta, que é so o que nos resta. e nostalgia é coisa boa, nao pense que não, apesar de toda melaconcolia que há incutida neste ato, totalmente involuntario diga-se de passagem, nostalgia invade, transborda, sufoca. pode até matar, cuidado
esse cão era bom, não era mal como o pintavam só queria praticar suas corridas em paz.
nao merecia tal destino, é só o que penso. até os cães têm destino? só os cães têm destinos. será destino? o que será? (angustia)
tchau
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Vida privada da comédia
Já lhes conto, precisava de informar um ponto referente ao motorista pra facilitar o seu trabalho de me buscar, olhei em volta foi quando vi o cemiterio, bem, pensei, melhor ponto não há, mas uma ''voz interna'' de repente me indagou ''você não vai ficar com medo? Já é noite'' mas eu disse: ''eu sou corajosa, é tolice o medo'' afinal são mortos. Me decidi e liguei pra ele de um orelhão em frente ao cemiterio e me sentei em um banco por sinal também em frente ao cemitério. Neste momento pensei na funcionalidade do orelhão em frente ao cemiterio e me convenci que realmente era pertinente a presença dele ali. ''Oi, Ana Ary morreu esta noite as 4 da madrugada, avise mamãe e os outros por mim'' a outra responde do outro lado:''okay querida, mantenha-se forte estamos todos com você. Aonde voce está?'' e ela reconfortada diz: ''Estou te ligando direto do cemitério, eu e o falecido achamos mais conveniente vir a pé pra cá e aguardar todos aqui, não se preocupe tem até um banco para nos sentarmos. Abraço, estamos bem.''
Passada a minha infame ironia continuo então. Me sentei tranquila esqueci completamente a ideia inicial de medo e fiquei a espera. De repente vindo do cemiterio uma coruja que dá um longo voô rasante sobre a avenida e para na cerca do lote vago, imaginei que estaria caçando. Ia e voltava, não sei se mais a mesma, o fato é que de repente uma passou muito próxima a mim e eu tive a nitida imprenssão de ter visto um morcego. Nesse momento. O medo se colocou do meu lado e um panico terrivel começou a me invadir, acredite. E eu desejei muito que a a van chegasse logo. Tragédias horriveis me ocorreram no pensamento enquanto isso nao se deu. Pensei,
ai meu Deus se estes morcegos grudam no meu cabelo ou pior atacam meu pescoço e sugam meu sangue! Passaram este horror e a paranoia após um pensamento racional e que veio com uma estranha certeza na minha cabeça. De repente eu estava dizendo. ''Eu não sai da minha cidade, para fazer algumas pesquisas nessa cidadezinha tão simpatica, pra morrer em frente a porta de um cemiterio apos um terrivel ataque de morcegos que na verdade eram corujas.'' Pensado isso. Olhei e falei comigo mesma: '' Não, não é assim que eu morro.'' Continuei tranquila minha espera. Fim.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
17 Arnaldos
Arnaldo Antunes
Composição: Arnaldo Antunes / ReiSalles
Viver não tem volta
O dia de amanhã chegou
A culpa é de todo mundo
O rio não sabe onde vai
Que versão da verdade
Se o chão rachar o teto cai
Vivo de morrer
Deixar de ser pra deixar ser
C r e s c e r d ó i
Perder liberta
De comerciante sem troco
todo mundo tem um pouco
Não faço direito
Faço do meu jeito
O olho não se enxerga
O olho reflete o que vê
O avesso do espelho é você
Fecha os olhos e manda ver
domingo, 21 de setembro de 2008
Trate com respeito a minha dor.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
sem mais eu fico onde estou, prefiro continuar distante
Horas depois eu irei seguir. Acordar para uma vida que é vazia sem amor Sem amor Sem amor
(Little Kids - Kings of Convenience)
''mas é que tem dias que aí meu coraçãozinho. . .''
sábado, 30 de agosto de 2008
E quem eu queria bem, me esquecia

Hoje e só hoje eu vou me permitir me entregar a tristeza, o peito apertado e o velho nó na garganta.
Me sinto fraca a vontade é entregar os pontos, a ansiedade esta me roendo por dentro, a comida desceu sem gosto, e me sinto mal porque comi tanto na tentativa de preencher esse vazio e angustia que estou sentindo aqui dentro. Estou com medo de descontar isso em quem não merece pois além de tudo estou muito irritadiça, por isso tô bem recolhida. Queria quem sabe meu pai por perto, um abraço, seu olhar terno que me dá segurança e o sorriso iluminado que me da força e coragem pra sempre seguir
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Classificados poéticos
Atenção! Compro gavetas,
compro armários,
cômodas e baús.
Pre-ciso guardar minha infância
os jogos de amarelinha,
os segredos que me contaram
lá no fundo do quintal.
Preciso guardar minhas lembranças,
as viagens que não fiz,
ciranda cirandinha
e o gosto de aventura
que havia nas manhãs.
Preciso guardar meus talismãs
o anel que tu me destes
O amor que tu me tinhas
e as histórias que eu vivi.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Isso porque além de ser muito antipático e besta também diziam que ele era um herói de Guerra. E os heróis de guerra às vezes acabam virando nobres: condes, viscondes ou barões.
Mas para Alfredo tanto fazia chama-lo de Barão ou de Antunes, de Pedro, de chato, você aí ou Alfredo.
Qualquer nome que chamassem, ele não respondia mesmo.
sábado, 23 de agosto de 2008
F r a g m e n t o s

Pra tentar concluir, me intrigou tanto isso porque trouxe pra mim uma verdade, uma porta pela busca intensa de me conhecer; sem exageros, algo que talvez nem eu mesma acreditasse que fosse. Tentando a todo custa provar que tenho humor, humor aliás nao aguento mais repetir essa palavra, o que mostraria um traço de mau humor? (risos)
E me apeguei tanto a isso porque durante a uma hora que estive com esse meu aluno fui muito eu mesma, tudo bem que era a primeira aula e eu me esforcei pra conquista-lo mas nada forçado tudo muito natural e ele conseguiu me conhecer mais que eu mesma até e extrai um elogio que pra mim foi de proporções incalculaveis e significações consideraveis. e crianças nao se enganam, é nisso que acredito. Porque uma verdade sobre a verdade é que a gente acredita só naquilo que a gente quer, não é.
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Everything is illuminated

Ontem à 16:59 eu aviso:
- Termine mais esta e pode começar a guardar seu material. (um pequeno sorriso).
o outro -''Anão ja ta na hora! Não quero ir embora não, cê é engraçada demais.''
- Eu sem ação depois dessa fala (apenas um largo sorriso no rosto)
Não perguntei porque engraçada, apenas gostei ignorei o tudo o mais.
Um fato normal talvez, nada demais. isso se estivessemos falando de alguém que tivesse tentando ou fez algum tipo de graça. Mas eu lhe asseguro: não fiz.
Me deixou intrigada a fala dele. Me coloquei a pensar.
Devo considerar que ele é uma criança? Na hora nem dei muita importância a fala apesar de ter gostado de ouvir. Poxa ele me acha engraçada! Mais porque isso? Ninguém me acha engraçada. Geralmente acontece de ser vista é como alguém sem muito humor ou ''espirito esportivo'' e temperamental, bem a minha mãe diga-se de passagem. Bem, não vou negar eles nao estão de todo enganados, por vezes é assim mesmo que sou ou então que me mostro. Não fugindo do assunto inicial, volto a dizer que gostei do que ouvi, mas de alguma forma aquilo me intrigou de tal forma que me dediquei a pensar naquilo, pensei muitas coisas cheguei a alguns pontos interessantes mas ainda assim continuei intrigada, afinal parecia loucura levar tão adiante a fala de uma criança, mas a verdade é que fala de criança pra mim sempre tem muita importancia nao sei ignorar ou considerar que têm uma imaginação incrivel em alguns momentos e assim simplesmente desconsiderar e então continuei no que chamei de busca parafraseando ''Uma vida iluminada''. Em meio a minha busca pensei coisas triviais como Ufa! alguém no mundo conseguiu entender meu humor, seco mas ainda um bom humor poderia dizer assim, afinal crianças sabem das coisas e assim me apeguei aquela ideia de tal maneira que seria capaz de entrar em um briga afim de provar que sim eu tenho humor! perdi o raciocinio. depois eu volto, ou não adeus você.
sábado, 16 de agosto de 2008
azedume
Bem, hoje quando penso sobre mim a única conclusão que chego é que tô bem chata. é so o que sei dizer. ninguém que vejo me agrada, ninguém me entende (frase ridicula). No fundo sei que tem algo que me incomoda e me faz ficar assim. Eu penso que sei o que é, mas a verdade é que nem sei se eu sei. Ou quem sabe não é nada que me incomoda são desculpas, explicações que tento encontrar no meio dessa fulga de mim mesma. Estou perdida no meio de mim mesma, perdida demais pra tentar escrever algo hoje. Alguém entendeu alguma coisa?
Não pense que gosto de confundir, tá bom.


